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Projetos, públicos e proposta de comunicação

As descrições abaixo derivam das fontes registradas em Referências. Disponibilidade de uma funcionalidade deve ser verificada antes de cada campanha que dependa dela. Exemplos de abordagem são propostas editoriais, não depoimentos nem evidências de resultado.

Contrasync

Plataforma para gerir o ciclo de vida de contratos de prestação de serviços, atendendo quem contrata e quem presta. A base apresenta criação, modelos, negociação, assinatura, acompanhamento, compliance, horas, aditivos, renovações, integrações e a IA Zelor.

O público inclui jurídico, gestores de contratos, operações, compras, financeiro e empresas prestadoras de serviços. Cada pauta escolhe um desses leitores e sua tarefa. Uma campanha para quem presta deve tratar carteira, execução e relação com clientes. Para quem contrata, pode tratar obrigações, acompanhamento e documentação. Não reduzir a marca a gestão de PJ.

A linguagem é profissional, precisa e legível. Explicar termos jurídicos quando o público não for especializado. Evitar afirmações absolutas sobre validade jurídica, ausência de risco, concorrentes ou economia. Questões legais exigem fonte primária atual e revisão compatível com o assunto.

Exemplo de encadeamento: dúvida sobre acompanhamento de prazos, explicação sobre organizar o controle, links para conteúdos correlatos e aplicação no monitoramento de contratos. A página de funcionalidade é o destino do CTA. Não prometer que o sistema evita todo vencimento ou toda perda financeira.

Indicadores propostos: visita qualificada à solução, cadastro e ativação em um fluxo real de contrato. Nome e instrumentação de eventos ainda serão definidos com o projeto.

Drawgg

Ferramenta de interação em transmissões ao vivo que permite desenhos do público na tela. A página pública apresenta integração com OBS, Twitch, fila e moderação. Há fluxos comerciais anunciados que precisam ter condições atuais confirmadas antes da divulgação.

O leitor principal é o streamer que quer participação criativa da comunidade. Também há pautas para moderadores e espectadores, sem confundir quem configura com quem participa.

O viewer envia o desenho pela interação do Drawgg e o resultado aparece na transmissão. Não descrever a ação como pegar um pincel, desenhar fisicamente na tela ou controlar o computador do streamer.

A linguagem pode usar live, chat, overlay e mod quando naturais para o leitor. Um tutorial inicial explica o termo na primeira ocorrência. Humor é permitido quando ajuda a situação; não forçar memes, gírias ou prometer viralização. Não inventar audiência, doações, falas de streamers ou reações do chat.

Exemplo: demonstrar um desenho surgindo em uma transmissão de teste identificada como demonstração, mostrar o controle de moderação e convidar a conhecer a configuração. Capturas devem ser reais ou explicitamente ilustrativas, nunca uma interface inventada apresentada como funcionalidade.

Indicadores propostos: início de configuração, widget configurado e primeira interação real, quando a instrumentação permitir.

Guentaí

Marketplace que conecta quem precisa usar um banheiro a anfitriões que disponibilizam o espaço. A documentação descreve busca no mapa, características do local, solicitação de acesso, pagamentos, avaliações, gestão por anfitriões e frentes para empresas.

Há três jornadas distintas. Quem está na rua quer entender como encontrar e acessar um local. O anfitrião quer saber como cadastrar, organizar horários e receber. Empresas querem entender como apoiar suas equipes. Uma pauta deve escolher uma jornada e encaminhar para a funcionalidade correspondente.

Para o público geral, escrever de forma acolhedora e prática, sem constrangimento, culpabilização ou humor com necessidades fisiológicas. Para anfitriões, explicar as etapas sem prometer renda. Para empresas, tratar operação e benefícios verificáveis sem números de produtividade inventados.

Exemplo: conteúdo sobre planejar paradas durante o trabalho na rua, explicação prática e CTA para consultar locais disponíveis. Não afirmar que há banheiro em uma região sem dados atuais. Não prometer segurança absoluta, higiene garantida ou acesso imediato em qualquer horário.

Não tratar marcas de aplicativos de mobilidade como parceiras só porque aparecem em regras de benefícios. Cadastro de uma marca, elegibilidade e parceria comercial são fatos diferentes. Alegações médicas não devem ser improvisadas para atrair buscas.

Indicadores propostos: consulta de locais, solicitação de acesso, cadastro de anfitrião e publicação de um local. Cada campanha escolhe a conversão da sua persona.

Prompteira

Marketplace de prompts cuja base descreve catálogo, autores, templates, modelos indicados e exemplos de saída. A documentação local também apresenta busca facetada e laboratório para experimentar determinados prompts.

O público inclui pessoas iniciantes em IA, profissionais que querem resolver tarefas específicas e autores de prompts. Conteúdo técnico pode abordar variáveis, contexto e comparação de saídas; conteúdo introdutório deve explicar esses conceitos com exemplos pequenos e úteis.

Não presumir curadoria ou certificação: o README informa que quem publica responde pelo prompt. Não prometer uma saída idêntica em toda execução. Uma indicação de modelo pelo autor não equivale a teste independente de compatibilidade.

Há conflito a resolver antes de campanhas comerciais: o README local afirma que checkout e pagamento real não estão implementados, enquanto o produto possui interfaces financeiras. Não anunciar compra concluída, saque ou renda de autores com base só na existência dessas telas. O status de produção precisa de evidência atual.

Exemplo: ensinar como preencher variáveis para uma tarefa de escrita e levar ao catálogo ou a um prompt real com destino verificado. Links de detalhe usam ID segundo a documentação, preservando a URL quando o título muda. Não inventar IDs.

Indicadores propostos: busca, visualização de prompt, uso de recurso disponível e publicação de prompt. Compra só vira conversão monitorada quando o fluxo for confirmado.